CAPITAL MODELO: Mães da prefeitura já foram beneficiadas com 7 meses de licença maternidade.

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  Boa Vista é a Capital da 1ª Infância e, a licença maternidade de 7 meses faz parte das ações implantadas pela gestão municipal para beneficiar mães e filhos — Foto: PMBV.
Boa Vista é a Capital da 1ª Infância e, a licença maternidade de 7 meses faz parte das ações implantadas pela gestão municipal para beneficiar mães e filhos — Foto: PMBV.

Passar mais tempo com os filhos é o sonho de toda mãe. Em Boa Vista isso já é realidade. Desde o início de janeiro de 2020, quando entrou em vigor a Lei que garante sete meses de licença maternidade para servidoras municipais, 334 mães já foram beneficiadas.

O aumento da licença de 180 para 210 dias tornou a capital de Roraima a primeira cidade do Brasil a oferecer licença maternidade de sete meses. A Lei faz parte do projeto que transformou Boa Vista na Capital da 1ª Infância, o Família que Acolhe (FQA).

O FQA é uma política pública iniciada em 2013, na gestão da então prefeita Teresa Surita. As ações voltadas ao tema têm como principal objetivo construir uma cidade mais acolhedora e que promova o desenvolvimento integral das crianças.

Especialistas garantem que quando mães e filhos passam mais tempos juntos maiores são os beneficiosos para ambos. Dentre eles: o fortalecimento do vínculo e fortalecimento emocional — Foto: PMBV.
Especialistas garantem que quando mães e filhos passam mais tempos juntos maiores são os beneficiosos para ambos. Dentre eles: o fortalecimento do vínculo e fortalecimento emocional — Foto: PMBV.

O que dizem os especialistas sobre mais tempo das mães com os filhos

A ampliação da licença-maternidade permite que a mãe tenha a possibilidade de estender a amamentação exclusiva, que vai até os seis meses de vida do bebê, além de facilitar o processo de introdução alimentar no 7º mês.

De acordo com especialistas, os benefícios também incluem o fortalecimento do vínculo, melhor desenvolvimento do cérebro do bebê, fortalecimento emocional da criança e da mãe e maior desenvolvimento afetivo, cognitivo e de aprendizagem.

“São muitos benefícios para a mãe e para o bebê em desenvolvimento”, frisa a psicóloga Elane Florêncio, que atua como superintendente de programas e projetos do FQA. Ela ressalta ainda que a licença estendida permite que a mãe acompanhe a introdução alimentar no período indicado pela Organização Mundial Saúde, uma vez que esse processo feito pela mãe faz com que a criança se sinta mais segura para aceitar novos alimentos”, frisou.

Elane ressaltou ainda que um dos maiores benefícios para a extensão do período de licença maternidade para as servidoras é o tempo de qualidade delas junto a seus bebês.

“Nós sabemos que o Ministério da Saúde orienta que haja o início da introdução alimentar no bebê a partir dos seis meses de vida. Então como é que essa mãe vai voltar ao trabalho com seis meses de licença maternidade sendo que neste período o bebê vai está passando pela transição alimentar? Recebendo um alimento com textura na qual ele nunca havia experimentado antes na vida? O ideal, é que a mãe possa acompanhar essa fase antes que ela retorne ao trabalho. Assim o bebê vai se sentir mais seguro, passando pelo momento de transição junto a mãe do que junto a qualquer outra pessoa”, ressalta.

Ela acrescenta a importância do fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. “Quanto mais tempo a mãe passar com esse bebê em tempo integral, melhor vai ser o desenvolvimento da criança e maior vai ser a aceitação dela quando for passar pelo processo de introdução alimentar”, pontua a profissional.

A servidora Alyne Graziella com seu bebê Isaac de um ano. Ela foi uma das servidoras beneficiadas com a licença de 7 meses.  — Foto: PMBV.
A servidora Alyne Graziella com seu bebê Isaac de um ano. Ela foi uma das servidoras beneficiadas com a licença de 7 meses. — Foto: PMBV.

“A prefeitura beneficia muitas mães servidoras e merece o título de Capital da 1ª Infância pelos cuidados com as crianças desde pequenas”, garante servidora

A servidora Alyne Graziella, mãe do pequeno Isaac, de um ano, destaca a importância do aumento da licença que deu mais tempo para cuidar da alimentação e mais tempo ficar perto do seu bebê.

“Foi uma experiência muito renovadora, no sentido que tive mais vínculo com o meu bebê, e pude prepará-lo não só com a amamentação como na introdução de outros alimentos recomendados depois do sexto mês. Acredito que com isto a prefeitura beneficia muitas mães servidoras e merece o título de Capital da 1ª Infância pelos cuidados com as crianças desde pequenas” relatou Graziella.

Cidade pioneira

maternidade às servidoras, reforçando o compromisso de colocar em prática uma série de políticas públicas que possibilite às crianças alcançarem todo o potencial de desenvolvimento nos primeiros anos de vida.

Informações e fotos: Secom/Prefeitura

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By peronico

Expedito Perônico, jornalista e colunista de política. Este blog cobre os bastidores do poder em Roraima e em Brasília. Já atuei nos principais veículos de comunicação de Roraima.

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