CONFIDENCIAL | por Expedito Perônnico
A Coluna de hoje: 2 de julho | Política, Poder e Bastidores.
Lula assinará em Parintins a ordem de serviço para o Linhão de Tucuruí A Secretaria de Comunicação Social (Secom) do Governo Federal confirmou nesta terça-feira (1) a ida do presidente Lula à cidade de Parintins, nesta sexta-feira (4). De acordo com a Secom, o presidente da República, a partir das 11h, participará dos lançamentos dos Programas Luz para Todos, de Descarbonização da Amazônia; e da inauguração da Interligação de Parintins/AM e de Itacoatiara/AM ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Lula também vai participar da assinatura da Ordem de Serviço do Linhão Manaus/AM – Boa Vista/RR. O encontro do presidente da República ocorrerá na Praça Digital, no centro de Parintins. A confirmação se deu durante abertura para credenciamento dos profissionais de imprensa para a cobertura do evento.
Linhão de Tucuruí O Linhão de Tucuruí foi licitado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2011, ainda no governo de Dilma Rousseff (PT). Foram 11 anos até a resolução de impasses entre Transnorte, governo federal e indígenas. A linha prevê 720 quilômetros de torres e cabos entre Manaus (AM) e Boa Vista (RR), com 122 km passando pela reserva Waimiri Atroari.
Magazine Luiza e o cogumelo Yanomami
Segundo a parlamentar, a venda de cogumelos sanöma, também conhecido como cogumelo yanomami corrobora para que os indígenas não tenham a alimentação necessária.
"O Magazine Luiza vende cogumelo yanomami, franqueia o cogumelo e ajuda a financiar a fome dos indigenas ionomâmis", afirmou a parlamentar, apresentando logo depois um vídeo mostrando o site da empresa de varejo.A deputada mostrou ainda um pacote de cogumelos e explicou que eles são uma fonte de alimentação importante para os indígenas, especialmente nos períodos de chuva, quando a caça é escassa e não há outras fontes de alimento disponíveis.
Uruguai repulsa apoio do Brasil a Venezuela
A posição crítica de Montevidéu coloca em xeque até a participação do Uruguai no Mercosul, enquanto o país tenta costurar um acordo de livre comércio com a China, o que não é permitido pelas regras do bloco.
O presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou tem sido a principal voz contrária na região, e já discordou publicamente do presidente brasileiro quando Lula convidou Maduro para participar do encontro de presidentes sul-americanos em Brasília, em maio.
Na ocasião, Lula afirmou que o ditador venezuelano precisava “contar a sua narrativa” e criticou as sanções econômicas dos Estados Unidos. Após a declaração irrestrita de Lula em apoio ao regime venezuelano, conhecido pelas diversas violações de direitos humanos e políticos, Lacalle Pou interviu de forma enfática.
Oficial: TSE publica inelegibilidade do “bozo”.
Venezuela no Brics? Maduro quer...
— Venezuela fez sua proposta de entrada no Brics. Esperamos que seja avaliada positivamente — disse Maduro, durante programa na televisão estatal “Con Maduro Más+”.
Além da Venezuela, outros países também querem entrar no bloco. No mês passado, o embaixador sul-africano para o Brics, Anil Sooklal, disse que 40 países manifestaram interesse na adesão. Também no mês passado, o Itamaraty confirmou que 13 nações haviam pedido oficialmente para entrar, entre as quais Argentina, Cuba, Irã, Arábia Saudita, Egito e Indonésia, atrás de financiamento e oportunidades comerciais.
Segundo um interlocutor do governo brasileiro, Maduro não pediu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa fonte acredita que o venezuelano prefere tentar convencer os líderes do bloco na reunião da África do Sul. Caso Maduro tenha enviado o pedido de adesão oficialmente, teria sido entregue ao governo sul-africano, que ocupa a presidência rotativa do grupo.
Denarium sanciona a LDO 2024
Antonio Denarium manteve no texto a emenda que incluiu o Poder Executivo entre os entes com prioridades consignadas nos programas definidos pelo Plano Plurianual 2024-2027, que deve ser votado no final do ano. (Fonte: FolhaWeb)
Chico Rodrigues defende escolas militares
O senador ressaltou a importância dessas escolas no sistema educacional do país e destacou atributos como qualidade, acompanhamento, regime de disciplina, hierarquia e respeito entre os colegas no ambiente escolar.
Quando pensamos em educação, não podemos estar restritos a um governo, nem à visão de um partido. Precisamos focar numa política de Estado, pois são ações que demandam muito tempo para sedimentar e dar frutos. A educação é o único caminho para produzir o tão sonhado desenvolvimento nacional e para se alcançar a redução das desigualdades tão latentes no Estado brasileiro — disse.Segundo o senador, as escolas cívico-militares não substituem escolas de ensino fundamental, mas podem ser soluções locais para reduzir as desigualdades de ensino. Ele destacou que já foi possível identificar alguns bons resultados, como a redução da evasão escolar, além da diminuição dos índices de violência nas escolas que adotaram esse modelo.
Mais dinheiro para os índios
Lula veio ao estado em janeiro, já acompanhado por José Múcio, o ministro da Defesa e o responsável pelo manejo dos três ramos das Forças Armadas.