“É um jogo de perguntas e respostas e, por isso, estudamos o programa, para estarmos preparados para o grande dia. É muita tensão envolvida, porque é preciso pensar rapidamente e ter sintonia com a dupla”, conta o ativista, que decidiu em 2019 se dedicar integralmente às causas humanitárias — a ideia de participar do programa era justamente conseguir recursos para ajudar famílias refugiadas e migrantes em situação de vulnerabilidade. “O jogo foi muito dramático. Começamos bem, mas, de repente, tudo virou e começamos a despencar. Erramos perguntas importantes. Até que, no final, decidimos arriscar e investir as bolas na última casa. Podíamos ter perdido tudo, ficar com saldo negativo, mas conseguimos recuperar e atingir o segundo maior prêmio do programa: R$ 350 mil. Foi histórico e muito emocionante”, lembra Fernando.