Marília relembra que, até 2009, não havia nenhuma unidade no Estado que acolhesse mulheres vitimizadas.
“Trabalhei muito tempo na maternidade e identificava casos frequentes de mulheres vitimizadas, e isso é uma questão que nos choca como pessoa e como mulher. O segundo eu acho que é a consciência cidadã que todas nós precisamos ter e amadurecer”, frisou.