“O registro de novos casos de feminicídio e violência doméstica contra a mulher cresceu cerca de 40% nos tribunais estaduais em 2022. Já os casos pendentes na Justiça, ou seja, aqueles que permanecem em tramitação sem que tenham sido totalmente encerrados [arquivos transferidos ou transitados em julgado], cresceram 15%. Acredito que com mais esse canal de divulgação, as ações de combate a esse tipo de criminalidade diminuirão drasticamente”, encerrou a parlamentar.