CONFIDENCIAL: Um trisal político em Boa Vista e a Sucupira de Odorico Paraguaçú. por Expedito Perônnico
A Coluna de hoje: 19 de Agosto | Poder, Política e Bastidores
Chegamos ao absurdo nesse período de campanha eleitoral em Boa Vista testemunhando algo jamais visto na história política da capital: dois candidatos de um mesmo Partido político disputando o mesmo cargo de prefeito e com o mesmo vice. Ou seja um trisal político que nunca se se viu na disputa pela Prefeitura da Capital, cujo fato se consolidou como o mais burlesco e ridículo do momento. O fato é tão inusitado e pitoresco que se compara aos fenômenos da fictícia Sucupira, a cidade imaginária do coronel Odorico Paraguaçú, na genial novela o ‘Bem Amado’ de Dias Gomes onde quase tudo se podia nos grotões da velha política. Os mais antigos vão lembrar que o prefeito Odorico Paraguaçú era apenas uma deformação, mas na medida em que todos seguiam e se posicionavam a partir da narrativa proposta por ele, no final das contas eram todos parte do mesmo elenco. Coincidência ou não é o que vemos nessa bagunça toda roteirizada por Denatrium e companhia.
Na nossa Sucupira de agora, Antonio Nicoletti, o deputado federal e Catarina Guerra, a deputada estadual são do partido União Brasil e tiveram suas candidaturas à Prefeitura de Boa Vista registradas na Justiça Eleitoral e ambos têm o Sargento Damosiel (PDT) como vice.
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| Damosiel é o vice de Nicoletti. De Catarina também
Mas toda essa confusão que envolve toda essa incongruência tem a Justiça Eleitoral como conivente. Por que até os leigos têm a devida ciência de que um mesmo Partido não pode ter dois candidatos na disputa por um mesmo cargo e com um mesmo vice. E todo mundo sabe que um candidato a prefeito só pode ser legitimado por uma Convenção Municipal. Para resumir: Antônio Nicoletti foi o escolhido com 11 votos numa convenção que a própria Catarina se registrou como postulante à indicação e ganhou 6 votos de lambuja. Então Nicoletti tá dentro. Catarina tá fora. E a pretensa candidatura não prosperaria assim mesmo. Primeiro por ser ilegal, depois pelas demandas de impugnação que se avolumam no TRE. E a nossa vagarosa Justiça Eleitoral já devia ter resolvido isso até para evitar confusão na cabeça do eleitor e dar mais transparência ao pleito. Catarina, empurrada pela ganância de poder do grupo governista – comando pelo governador cassado Antonio Denartium – deve ter a candidatura sacada porque sua escolha, feita por uma resolução da Executiva Nacional do seu Partido, não tem respaldo jurídico nenhum. E Nicoletti – que deve ser conservado na posição de candidato – terá um papel de figurante na campanha porque não reúne condições de se consolidar como liderança a ponto de derrotar o atual prefeito Arthur Henrique que tudo indica sairá vitorioso na busca pela reeleição com larga vantagem. Mas tudo isso tem um precedente: a ambição pelo poder. O projeto que cerca a candidatura de Catarina não tem aspiração política, mas a cobiça por domínio. É a vontade de um grupo político caótico, no comando de uma gestão igualmente desordenada que tenta consolidar um império político como se o Estado fosse propriedade pessoal. Na chefia desse projeto fracasso estão Antonio Denarium e seu fiel escudeiro Hiran Gonçalves. Segundo Nicoletti o senador tem se revelado um mau-caráter por praticar atos desleais, maldosos e traiçoeiros. Para quem não sabe foi pelas mãos de Nicoletti que na eleição passada Hiran embolsou uma verdadeira “baba”: R$ 2,9 milhões do União Brasil que garantiram o fechamento da campanha de senador.
Recentemente Nicoletti acusou Hiran de ter articulado em Brasília, junto com Denarium uma intervenção na Executiva Municipal para afastar a possibilidade de candidatura do deputado.
Ai se no decorrer destes próximos dias algum candidato desavisado for propor mudanças como proposta de campanha, a população e o eleitor boa-vistense certamente farão a seguinte pergunta: “Mudar para quê”?.
Na nossa Sucupira de agora, Antonio Nicoletti, o deputado federal e Catarina Guerra, a deputada estadual são do partido União Brasil e tiveram suas candidaturas à Prefeitura de Boa Vista registradas na Justiça Eleitoral e ambos têm o Sargento Damosiel (PDT) como vice.
| Damosiel é o vice de Nicoletti. De Catarina também
Mas toda essa confusão que envolve toda essa incongruência tem a Justiça Eleitoral como conivente. Por que até os leigos têm a devida ciência de que um mesmo Partido não pode ter dois candidatos na disputa por um mesmo cargo e com um mesmo vice. E todo mundo sabe que um candidato a prefeito só pode ser legitimado por uma Convenção Municipal. Para resumir: Antônio Nicoletti foi o escolhido com 11 votos numa convenção que a própria Catarina se registrou como postulante à indicação e ganhou 6 votos de lambuja. Então Nicoletti tá dentro. Catarina tá fora. E a pretensa candidatura não prosperaria assim mesmo. Primeiro por ser ilegal, depois pelas demandas de impugnação que se avolumam no TRE. E a nossa vagarosa Justiça Eleitoral já devia ter resolvido isso até para evitar confusão na cabeça do eleitor e dar mais transparência ao pleito. Catarina, empurrada pela ganância de poder do grupo governista – comando pelo governador cassado Antonio Denartium – deve ter a candidatura sacada porque sua escolha, feita por uma resolução da Executiva Nacional do seu Partido, não tem respaldo jurídico nenhum. E Nicoletti – que deve ser conservado na posição de candidato – terá um papel de figurante na campanha porque não reúne condições de se consolidar como liderança a ponto de derrotar o atual prefeito Arthur Henrique que tudo indica sairá vitorioso na busca pela reeleição com larga vantagem. Mas tudo isso tem um precedente: a ambição pelo poder. O projeto que cerca a candidatura de Catarina não tem aspiração política, mas a cobiça por domínio. É a vontade de um grupo político caótico, no comando de uma gestão igualmente desordenada que tenta consolidar um império político como se o Estado fosse propriedade pessoal. Na chefia desse projeto fracasso estão Antonio Denarium e seu fiel escudeiro Hiran Gonçalves. Segundo Nicoletti o senador tem se revelado um mau-caráter por praticar atos desleais, maldosos e traiçoeiros. Para quem não sabe foi pelas mãos de Nicoletti que na eleição passada Hiran embolsou uma verdadeira “baba”: R$ 2,9 milhões do União Brasil que garantiram o fechamento da campanha de senador.
Recentemente Nicoletti acusou Hiran de ter articulado em Brasília, junto com Denarium uma intervenção na Executiva Municipal para afastar a possibilidade de candidatura do deputado.
Enquanto Denarium, Hiran, Catarina e Nicoletti se engalfinham, Arthur Henrique (MDB) surfa na campanha – ocupando as ruas de Boa Vista praticamente sozinho – carregado pela onda de uma boa gestão e consolidada pela última pesquisa Atlas Intel, como o 2º prefeito mais bem avaliado do país entre as capitais, com 80% de aprovação. O chefe do Executivo Municipal fica atrás somente do prefeito de Recife, capital de Pernambuco, João Campos (PSB), quem lidera o ranking com 81%. A gestão de Arthur tem ainda o menor índice de reprovação que é de 14%. E como a campanha pela Prefeitura de Boa Vista acaba de começar, é hora de relembrar que a capital roraimense tem mais do que um prefeito. Tem alguém que cuida da cidade, que se preocupa com cada um de seus habitantes, que tem a vocação para ser gestor. Arthur Henrique tem sido incansável na entrega de creches, de escolas, de unidades básicas de saúde, são centenas de obras por todo município – do centro à zona rural. Em menos de quatro anos, Arthur Henrique fez importantes entregas para a população de Boa Vista, obras na saúde, educação, infraestrutura são marcas de uma gestão planejada e compromissada com resultados que mudam a vida das pessoas. Foram nove unidades básicas entregues, sendo três em locais onde não havia posto de saúde: bairros Airton Rocha (Pérola), Said Salomão/ Pedra Pintada e P.A Nova Amazônia, a primeira da história da zona rural de Boa Vista. Na educação, Arthur criou mais de 11 mil vagas na rede municipal de ensino com a entrega de 15 escolas e creches e ampliação de várias unidades. Melhorar a infraestrutura da cidade também é prioridade na gestão. Boa Vista recebeu 57 Km de asfalto em 207 ruas, 42 km de drenagem e teve 30 pontos de alagamento solucionados. A cidade está chegando a 100% de iluminação de led. Boa Vista conquistou o 1° lugar entre as capitais com maior liberdade para empreender do Brasil, com iniciativas como a Agência de Empreendedorismo e Fomento (AME) e o programa Descomplica, que facilitam a abertura de empresas e apoiam pequenos empreendedores a iniciarem seus negócios.“É um ato sorrateiro daquele senador [Hiran] do Progressistas, que pouco faz no Senado Federal e pouco traz para o nosso estado de Roraima. Ele gosta de interferir em outros partidos, não cuida da casa dele e quer cuidar da casa dos outros. Eles estão se metendo aqui dentro da União Brasil”, desabafou Nicoletti.
Ai se no decorrer destes próximos dias algum candidato desavisado for propor mudanças como proposta de campanha, a população e o eleitor boa-vistense certamente farão a seguinte pergunta: “Mudar para quê”?.