O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil recentemente para apurar a situação de refugiados venezuelanos que, ao chegarem a Boa Vista no início de 2025, foram recrutados foram recrutados para trabalhar pela cooperativa gaúcha Dália Alimentos, em Arroio do Meio (RS).
O órgão diz ter recebido informações de que a cooperativa custeou a vinda dos refugiados para o Rio Grande do Sul, assinou suas carteiras de trabalho e alojou-os em um hotel.
Contudo, foram demitidos dois meses após o início do vínculo empregatício e realojados temporariamente em uma casa com outras famílias na mesma situação.
No entanto, o órgão afirma que, de acordo com denúncias, o prazo para residir na casa está se encerrando e tais trabalhadores não possuem dinheiro para alugar um imóvel.
Além disso, de 25 a 30 venezuelanos, incluindo cinco crianças, estariam residindo na mesma casa, alguns contratados pela Dália e outros por outras empresas.