No Senado, Teresa promete trazer investimentos para aumentar a cobertura de água tratada e esgoto no interior de Roraima
Foto: Divulgação|Assessoria de Campanha
A candidata ao Senado Federal por Roraima, Teresa Surita (MDB), cumpriu uma extensa agenda de campanha nos municípios de Amajari e Cantá. Durante as visitas, Teresa destacou dados sobre a falta de infraestrutura básica para as famílias que vivem no interior do Estado, especialmente nas áreas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
De acordo com Teresa, nove dos 15 municípios de Roraima têm menos da metade da população com acesso à água tratada. No Cantá, por exemplo, a candidata afirmou que os indicadores demonstram a necessidade de ampliar os investimentos em saneamento básico.
"No Cantá, metade da população não tem água tratada. Aqui 400 casas não têm banheiro. Aqui só tem 2% de esgoto. Isso é saúde básica. A gente não pode ter esses índices. Isso é um absurdo", disse.
Durante a passagem por Amajari, Teresa também se comprometeu a buscar investimentos para melhorar as condições de vida da população do município. A candidata chamou atenção para os indicadores sociais e para as dificuldades enfrentadas pelos moradores no acesso a serviços essenciais.
"Aqui no Amajari só 27% da população tem água tratada. Aqui, só 5% têm esgoto. Temos cinco mil casas sem banheiro. E uma coisa triste que vou dizer. O Amajari hoje é um dos três piores municípios do Brasil em qualidade de vida. Pedir água. É obrigação de cada governante que passa por aqui. É um absurdo, então eu quero trabalhar com o social, com as obras, mas também quero mudar esses índices", disse Teresa.
teresainte-140044.jpg
Teresa afirmou que pretende utilizar o mandato no Senado para buscar recursos federais e articular investimentos destinados aos municípios do interior, com prioridade para áreas como saneamento básico, infraestrutura, educação e apoio à produção rural.
"Oito anos de Senado dá para trazer muita coisa. E trazer coisas que realmente melhorem a qualidade de vida das pessoas. Quero trabalhar com poços artesianos, recursos para as escolas, reconstruir pontes, ajudar o agricultor. É muito séria a situação do Amajari”, denunciou Teresa.