Terras indígenas de Roraima são mais vulneráveis ao coronavírus, aponta estudo.

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As terras indígenas localizadas em Roraima estão entre as mais vulneráveis no país, nesse momento, ao novo coronavírus.

É o que indica um estudo realizado pela organização não governamental ISA (Instituto Socioambiental) e o Centro de Sensoriamento Remoto da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

O estudo estabeleceu uma nota de 0 a 1 para definir o grau de vulnerabilidade da terra indígena à doença. Quanto mais perto de 1, mais é vulnerável. As terras indígenas Yanomami, em Roraima tem (0.69).

A Raposa/Serra do Sol (0.54), a Waimiri-Atroari (0.51) também tem grau de vulnerabilidade muito alto, segundo o estudo.

Para chegar à lista das terras indígenas mais vulneráveis à Covid-19, o trabalho utilizou modelos de probabilidade de dispersão da Covid-19 propostos em estudos do MAVE (Grupo de Métodos Analíticos de Vigilância Epidemiológica), que reúne o Procc (Programa de Computação Científica) da Fiocruz e a Emap (Escola de Matemática Aplicada) da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A nota técnica do estudo é assinada por Ubirajara Oliveira e Britaldo Soares Filho, da UFMG, e Antonio Oviedo, Tiago Moreira, Silvio Carlos, João Ricardo e Alex Piaz, do ISA.

Fonte: Isa, Uol

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By peronico

Expedito Perônico, jornalista e colunista de política. Este blog cobre os bastidores do poder em Roraima e em Brasília. Já atuei nos principais veículos de comunicação de Roraima.

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