Uma morte ocorre a cada dois dias na Maternidade do Estado, denuncia deputado.

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O número de óbitos verificados na maternidade do Estado é preocupante. Os registros anotam uma morte a cada dois dias.

Esse relato inquietante foi feito hoje (3) na Tribuna da Assembleia Legislativa pelo deputado Renato Silva (Republicanos).

Conforme os números apresentados, somente em 2019 foram registradas mais de 170 mortes na maternidade, entre mortes fecais, recém nascidos e entre as mães também.

Segundo o apurado do deputado nos últimos cinco anos foram registrados 1.600 óbitos fetais e infantis e 38 óbitos de mães.

Nesse período, outras 896 mortes de mulheres em idade fértil foram registradas pela maternidade. “Traçando um perfil destas pacientes, as mulheres indígenas são as que mais morrem”, informou.

Renato também demonstrou apreensão diante do cancelamento das cirurgias na maternidade e com o alto índice de pacientes estrangeiras, o que causa superlotação na unidade.

A situação na Maternidade expõe o caos que se abateu sobre a saúde pública na última década. E tem se acentuado na gestão atual.

Os problemas são de toda ordem. Falta material médico hospitalar, não tem remédio, estruturas decadentes e por último a falta de pagamento de plantões dos médicos.

Portanto essa conversa de “Cada Dia Melhor”, como costuma arrematar o governador Antonio Denarium no final de suas falas, é pura balela. A conjuntura é de calamidade.

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By peronico

Expedito Perônico, jornalista e colunista de política. Este blog cobre os bastidores do poder em Roraima e em Brasília. Já atuei nos principais veículos de comunicação de Roraima.

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