Coronavirus na Venezuela e na Guiana: E agora, Bolsonaro, vais fechar ou as fronteiras?

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O que se temia acabou por se confirmar. A Venezuela, nossa vizinha e exportadora de migrantes, acaba de confirmar dois casos de Coronavírus.

A Guiana, a outra vizinha, também problemática por suas deficiências e por ser um dos países ais pobres da América Latina, também registrou o Coronavírus, inclusive com morte.

Venezuela e Guiana são uma ameaça real, capazes de enviar para cá centenas de pessoas contaminadas com a doença, o que seria uma catástrofe não apenas para Roraima mas para o restante do país.

Portanto há pertinência no pedido de fechamento das fronteiras enquanto durar essa pandemia, e impedir com aspereza e pontualidade a entrada desses cidadãos em nosso território.

Se não quiser estancar a migração, que tome as medidas cabíveis com a instalação em ambas as fronteiras, de postos de saúde com capacidade de atender as pessoas, realizar exame do Coronavírus em todos, sem exceção e pô-los em quarentena antes que se permita o progresso da viagem para dento do Brasil.

A expansão do vírus mundo a fora está consolidada, mas não podemos permitir que Roraima venha a se tornar um epicentro da doença na região norte e no país. É isso que ocorrerá se nossas fronteiras, já escancaradas e sem proteção, permaneçam arredas e sem controle.

Venezuela e Guiana não dispõem de condições técnicas nem financeiras para conter um avanço da doença. A saúde pública nesses dois países é fragilizada pelas circunstâncias da pobreza, com maior agravante a Venezuela que se encontra em frangalhos pelo regime de tirania de Nicolás Maduro.

O Brasil vem resistindo aos apelos de fechamento das suas fronteiras, sob o argumento legal de que o país é signatário de acordos internacionais de não adotar medidas de profilaxia internacional que impliquem no fechamento total de suas respectivas fronteiras, que podem contrariar os compromissos assumidos nos tratados internacionais de que o Brasil é parte.

Repensar essa decisão é pertinente, pelo menos enquanto durar a exaltação da doença. E depois, a propósito, seria razoável tornar o ambienta da migração mais severo sob o aspecto da fiscalização. O momento para radicalizar é agora. E a medida se impõe pela conjuntura.

Tudo depende da Bic (a caneta) do presidente Jair Bolsonaro. A competência é única e exclusiva dele. O momento é agora, antes que uma catástrofe de consequências imprevisíveis noa abata.

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By peronico

Expedito Perônico, jornalista e colunista de política. Este blog cobre os bastidores do poder em Roraima e em Brasília. Já atuei nos principais veículos de comunicação de Roraima.

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