Denarium expõe situação financeira deficitária do Estado com saldo negativo.

Mesmo sem oferecer perspectivas para o Estado, pelo menos por enquanto, com consequente benefícios para o povo, o governo de Antônio Denarium marcou um tento político significativo: expôs aos cidadãos roraimense a saúde financeira debilitada de Roraima, algo inédito, jamais visto nas gestões anteriores.  

É que o Governo divulgou no sábado (11), o fluxo de receitas e despesas referente ao mês de abril, como parte de um processo de total transparências das ações financeira, oferecendo um balanço financeiro para estudo técnico e ao mesmo tempo abrindo o acesso à informação aos que se interessam pelas finanças do Estado.

Segundo os dados consolidados pela Secretaria Estadual da Fazenda, a receita total do mês de abril não foi suficiente para cobrir as despesas com folha de pessoal tampouco de com déficit de R$ 4.590.011,80.

A receita total foi de R$ 297.562.334,60. Deste valor, R$ 109.810.193,33 foram obtidos com arrecadação própria, sendo R$ 92.856.210,04 do ICMS, R$ 5.458.421,06 do IPVA, R$ 10.875.210,32 do IRRF e mais R$ 241.954,61 de Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação, além de R$ 378.397,30 de outras receitas.

Mas como já prenunciado desde que assumiu o Governo, Denarium testemunhou que as despesas impositivas, aquelas que ele é obrigado constitucionalmente a realizar, somaram R$ 295.608.900,41. Deste total, a transferência para os municípios (25% do ICMS + 50% do IPVA) somou R$ 25.943.263,04. Os gastos com Educação (54% Educação Estado e 4% Educação Municípios) foram de R$ 66.505.764,65. Na saúde, foram investidos R$ 47.884.150,56.

O duodécimo dos Poderes ficou assim partilhado: R$ 20.991.666,67 para o Tribunal de Justiça; R$ 19.313.189,50 para a Assembleia Legislativa; R$ 7.491.054,50 para o Ministério Público Estadual; R$ 6.006.843,42 para o Tribunal de Contas do Estado; R$ 4.651.778,92 para a Defensoria Pública do Estado; R$ 4.277.429,50 para a Universidade Estadual de Roraima e R$ 1.406.739,33 para o Ministério Público de Contas do Estado.

As despesas seguiram com o pagamento das Folhas de Pessoal (exceto saúde, educação e UERR), que somaram R$ 53.196.168,10. Adiciona-se a esse valor o pagamento de encargos decorrentes do pagamento dos salários, sendo: R$ 4.466.375,15 da contribuição patronal do Iper (Instituto de Previdência do Estado de Roraima); R$ 944.910,43 de recolhimento do INSS e R$ 1.726.180,27 do PASEP mensal.

Chama a atenção o valor pago por parcelas de empréstimos contraídos em gestões anteriores, que totalizou R$ 17.601.044,76, ou quase quatro vezes o valor que o Governo investiu na educação superior, por meio da UERR. Foram destinados, ainda, R$ 2.468.942,49 para o pagamento de precatórios judiciais e R$ 10.183.633,64 para ações judiciais de professores. Outros R$ 549.775,48 foram utilizados para o pagamento de sentenças judiciais de pequeno valor.

Com isso, as despesas discricionárias, necessárias para o custeio e investimento, totalizaram R$ 6.543.445,99. Deste valor, R$1.436.489,59 foi destinado ao pagamento da alimentação do sistema prisional; R$ 2.199.617,00 para a restituição de convênios de gestões anteriores; R$ 1.942.928,79 para honrar contrapartidas de convênios e reajuste de contrato de repasse com a Caixa Econômica Federal. As despesas com combustível somaram R$ 727.868,56 (PMRR- Polícia Militar – jan/fev; PCRR – Polícia Civil- jan/fev/mar; Sejuc (Secretaria de Justiça e Cidadania) e Sefaz – março). Os gastos com material de expediente foram de R$ 110.602,20, e com tarifas bancárias, outros R$ 125.939,85. Fonte | Comunicação RR

RECEITAS NEGATIVAS: ROMBO DE R$ 4,5 MILHÕES

Venezuelanos chegam em massa

Após a reabertura da fronteira com o Brasil, centenas de cidadãos venezuelanos entraram na cidade de Pacaraima, para comprar remédios e mantimentos ou mesmo para solicitar refúgio, informaram neste sábado fontes oficiais brasileiras. Somente na sexta foram 893 entradas.

De acordo com o escritório brasileiro da Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), até março deste ano, mais de 240 mil venezuelanos ingressaram em território brasileiro alegando fugir da instabilidade política em busca de melhores condições de vida.

Desde o início da crise migratória na Venezuela, as Forças Armadas, que comandam a operação, mantêm um posto de recepção e identificação na fronteira, onde os venezuelanos que chegam passam por uma triagem, recebem assistência médica, são vacinados e podem solicitar refúgio ou residência temporária ao governo brasileiro.

CONTATOS DO AUTOR

www.peronico.com.bremails: peronico.27@gmail.com / blogdoperonico@gmail.com / expeditoperonico@gmail.com –Facebook:Peronnico Expedito – Blog do Expedito Peronnico.

Mais Noticias

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: