Jalser classifica de ‘midiática’ e ‘excessiva’ a operação do MP em sua casa.

A Coluna de Hoje | Publicada 00h07

Jalser: ‘estão querendo alimentar rivalidades políticas’.

A operação batizada de ‘Royal Flush’, do Ministério Público, que investiga supostas irregularidades na Assembleia Legislativa, foi rotulada de ‘midiática’ pelo presidente da Casa, Jalser Renier, principal personagem da ação.

Por meio de sua defesa o parlamentar reprochou a forma como os policiais invadiram sua residência, onde foi concentrada a maior parte da operação. Em comunicado ele disse o teatro montado em torno da questão serviu apenas para “alimentar rivalidades políticas”.

A Assessoria Jurídica do deputado estadual Jalser Renier informou que o parlamentar recebeu e cumpriu ordem judicial de busca e apreensão em sua residência e de familiares, acerca de uma ação do Ministério Público do Estado de Roraima.

“O parlamentar reafirma que sempre esteve disponível para prestar todos os esclarecimentos necessários para comprovar sua inocência no referido caso”, diz a nota após afirmar que “lamenta que o MPE tenha pedido ao Judiciário providências para a realização de uma operação midiática”, diz o informe.

Segundo informou o MPRR, a operação Royal Flush está relacionada a outra operação já feita no Legislativo, a ‘Cartas Marcadas’ que levou à condenação de 10 pessoas, incluindo ex-servidores da ALE por desvios em licitações.

Sobre a ação, a Superintendência de Comunicação da ALE informou que “atendeu ao cumprimento de decisão judicial de busca e apreensão de documentos relacionados a processos administrativos”, mas que a documentação data de 2013 a 2014 e já estava em posse do MPRR “desde meados de 2016”.

Teresa já mira 2022

Teresa projeta candidatura ao Governo em 2022.

Em bate-papo interativo com seus milhares de seguidores no Twitter – @Teresa_Sutita, a prefeita de Boa Vista deixa clarividente as suas intenções políticas para 2022.

Ao responder sobre execução de obras no complexo Ayrton Senna, Teresa foi abordada sobre o abandono do Parque Anauá, esquecido nos 4 anos do governo de Suely. “O Parque Anauá é administração do Governo do Estado! Um dia quando eu for governadora (se permitirem) vcs verão o que é um parque de verdade!!!!!!! Botem fé!!”, postou Teresa.

E emendou logo em seguida: “Eu governadora em 2022 significa um Parque Anauá com todo cuidado e modernidade que existe no Complexo Ayrton Senna! #De #Rocha Me deem a oportunidade e verão como se administra um estado!”

E finalizou: “eu torço para que tudo dê certo no Governo atual. Não podemos ser do time do quanto pior melhor… o Estado não aguenta mais outro desgoverno. Mas em 2022 encontro vcs com um Plano de Governo bem elaborado pra Roraima”.

A calamidade não resolve

Denarium decretou calamidade financeira por 180 dias.

A calamidade financeira, decretada pelo governador Antônio Denarium (PSL) pode ser entendida como uma atitude desesperadora do mandatário, mas ele não tem saídas, porque o problema financeiro de Roraima é sério. Mas não resolve o problema.

Ontem, ao se manifestar em uma entrevista, Denarium disse que em razão da crise financeira que enfrenta não lhe restou alternativa a não ser decretar calamidade financeira.

“Os recursos que existem hoje não são suficientes para honrar os compromissos obrigatórios e a folha de pagamento. Não sobra também nenhum centavo para fazer o custeio do governo como material de limpeza e combustível para as viaturas da polícia. A gente não tem dinheiro nem para o óleo diesel”.

“Nós vamos tentar angariar mais recursos para que a gente possa honrar todos os compromissos vencidos e começar também a fazer a máquina pública girar com mais normalidade”.

Continua sem dinheiro

O governo não tem dinheiro suficiente para pagar salários.

Denarium jogou um balde de água fria na cabeça dos servidores. Ele disse ontem que o Estado continua sem dinheiro para pagar salários regularmente.

Para quitar dezembro Denarium afirmou que está juntando os pouquinhos que sobram e junto com o que sobrou do repasse do Governo Federal, será possível realizar o pagamento até o dia 10.

Mas para janeiro a situação volta a ficar como antes, ou seja, sem recursos suficientes para pagar a folha de pessoal.

“Vamos juntar moeda por moeda e tentar pagar os salários em dia a situação financeira continua um caos. O que arrecadamos hoje não dá para pagar os poderes, atualizar salários e custear a máquina”, disse Denadium.

A equipe de Denarium

O secretariado de Denarium será empossado oficialmente hoje à tarde.

O governador Antônio Denarium anuncia hoje à tarde, em solenidade no Palácio Senador Hélio Campo, a nova equipe de governo.

São pessoas que, segundo ele, foram escolhidas pela capacidade técnica e têm totais condições de ajudar o governo a promover o desenvolvimento.

A maioria já está nomeada a parti do dia 1º de janeiro. Mas ainda falta dar posse ao primeiro escalão e nomear alguns nomes já anunciados. 

IPVA a moda antiga

O Detran resolveu implantar o modelo antigo de pagamento.

O Detran de Roraima optou por cobrar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do licenciamento para 2019, da forma que fazia anteriormente, pelo final da placa.

O calendário com as datas de pagamento foi divulgado pela Secretaria da Fazenda e o Departamento Estadual de Trânsito de Roraima.

A taxa poderá ser dividida em três parcelas ou paga de uma só vez. Não há opção para pagamento com desconto.

As datas de pagamento estão disponíveis desde o dia 28 de dezembro de 2018 no Diário Oficial do Estado, quando foi publicada a portaria conjunta assinada entre os dois órgãos.

Calendário do vencimento do IPVA e licenciamento para 2019

Final da placa Vencimento da 1ª cota Vencimento da 2ª cota Vencimento da 3ª ou única Licenciamento DPVAT
1 31/01/2019 28/02/2019 29/03/2019 28/02/2019 29/03/2019
2 28/02/2019 29/03/2019 30/04/2019 29/03/2019 30/04/2019
3 29/03/2019 30/04/2019 31/05/2019 30/04/2019 31/05/2019
4 30/04/2019 31/05/2019 28/06/2019 31/05/2019 28/06/2019
5 31/05/2019 28/06/2019 31/07/2019 28/06/2019 31/07/2019
6 28/06/2019 31/07/2019 30/08/2019 31/07/2019 30/08/2019
7 31/07/2019 30/08/2019 30/09/2019 30/08/2019 30/09/2019
8 30/08/2019 30/09/2019 31/10/2019 30/09/2019 31/10/2019
9 30/09/2019 31/10/2019 29/11/2019 31/10/2019 29/11/2019
0 31/10/2019 29/11/2019 30/12/2019 29/11/2019 30/12/2019

Fonte: Diário Oficial do Estado (DOE)

Produção em terra indígena

A terra indígena Raposa Serra do Sol já foi produtora de arroz.

Depois de retirar a função de demarcação e delimitação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai)), a equipe de governo do presidente Jair Bolsonaro prepara uma nova regulamentação para liberar a exploração de terras indígenas por atividades do agronegócio.

O objetivo é autorizar parcerias entre os índios e os produtores rurais, para cultivo e criação de gado em terras já demarcadas.

Hoje esse tipo de atividade é ilegal, apesar de haver, em várias regiões do País, arrendamento de terras indígenas por produtores rurais para tocar todo tipo de produção.

O entendimento do governo e da atual diretoria da Funai é de que esse tipo de atividade poderá ser liberada por meio de um decreto presidencial, ou seja, diretamente por Bolsonaro, sem ter de tramitar no Congresso.

Exploração mineral, outra meta

As reservas indígenas estão sobre grande jazidas minerais.

A exploração de jazidas minerais localizadas em terras indígenas é outra meta do governo, mas o entendimento atual é de que esse tipo de atividade, diferentemente do agronegócio, precisaria passar pelo crivo do parlamento, ou seja, ser debatido em comissões da Câmara, do Senado e votado em plenário, para só depois ir à sanção presidencial.

A proposta do governo é legalizar essas atividades, permitindo que o índio arrende sua terra ou estabeleça acordos de produção com os ruralistas.


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