Ministério Público Eleitoral pede a impugnação da candidatura de Suely Campos.

A Coluna de Hoje | Publicada 00h13

Suely pode ter o registro impugnado porque cometeu um delito na eleição de 2014 e já foi condenada no TSE.

O procurador Rodrigo Mark Freitas, do Ministério Público Eleitoral, ingressou com ação de impugnação do registro da candidatura da governadora Suely Campos (PP) que disputa a reeleição. Ele requer, em definitivo, o indeferimento de registro “visto que se encontra inelegível, por crime previsto na Lei Complementar 64/90”. O pedido foi encaminhado à Justiça Eleitoral com data do último dia 2, mas recebido no protocolo na manhã de ontem, 3.

Rodrigo Freitas afirma que Suely foi condenada em instância superior por ter cometido crime eleitoral na última eleição, em 2014, por fazer doação de recursos para campanha acima dos limites previstos, para o marido Neudo Campos, então candidato naquele ano, mais tarde desistente por ter sido enquadrado na lei da Ficha Limpa.

O Ministério Público sustenta que a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Rosa Weber condenou, em decisão monocrática, a governadora do Estado de Roraima, Suely Campos (PP), por doação irregular para campanha política.

Segundo consta nos autos da representação 304.26.2015.6.23.0001, de 2014, que Maria Suely Silva Campos fez doação acima do limpe para o então candidato Neudo Ribeiro Campos, incorrendo em violação prevista em lei, e que já foi condenada em 2016 pela prática do referido delito.

Na página de Divulgação de Candidaturas Eleitorais (www.tse.jus.br/divulgacandcontas) a situação de candidatura de Suely Campos continua irregular, aguardando julgamento. Aliás entre todos os cinco candidatos que disputam o Governo de Roraima, apenas Fábio Almeida (Psol) teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral. Os demais, a exemplo de Suely, continuam aguardando julgamento.

Consignado: R$ 1 milhão de multa

O Governo não paga o consignado e os servidores acabam com o nome sujo e sem crédito.

O Ministério Público do Estado de Roraima (MP) firmou acordo com o Itaú Unibanco, para que a instituição financeira não inclua os nomes dos servidores públicos estaduais nos cadastros de negativados, em razão da ausência de repasse por parte da administração pública das parcelas de créditos consignados.

Os servidores estão com o nome sujo porque o Governo de Suely retém a parcela nos salários mas não faz o devido repasse aos bancos conveniados. O calote vem ocorrendo há meses e não há previsão de que o governo regularize os pagamentos e devolva o crédito aos servidores prejudicados.

Conforme o termo de ajustamento de conduta firmado com Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor e da Cidadania (Prodecc) no último dia 29/08, a instituição bancária também deixará de exigir dos servidores os valores já descontados em folha, devendo cobrar diretamente a administração pública estadual.

Ainda de acordo com o documento, caso o servidor público comprovar que está com restrição no nome devido a falta de repasse da parcela, o Itaú Unibanco deverá, no prazo máximo de cinco dias, promover a retirada do nome do servidor dos cadastros do SPC e Serasa, sob pena de multa que poderá chegar a R$ 1 milhão.

O deboche de Suely na TV

Suely debocha do povo de Roraima na TV.

Os programas de Suely Campos (PP) no Horário Eleitoral Gratuito vão muito mais além do que deboche.

Trata-se, na verdade, de uma ironia pelo mal que ela se seu governo causaram aos roraimenses nesses últimos anos.

Com sorriso sarcástico Suely aparece na TV, com a cara mais deslavada do lavrado, que ela também está se sentindo bem com o seu próprio fracasso,

“Quer saber, eu também não estou satisfeita”, diz. Lógico, não fez nada para melhorar a situação do Estado, que já estava quebrado e dilacerado com a má gestão do Zé Anchieta.

Ao contrário ajudou Roraima e despencar num abismo sem fim. E ainda diz que Roraima é o 2º Estado que mais cresce no Brasil. Brincadeira…

Nada muda. O mesmo do mesmo

Não há nada de novidade nos programas eleitorais dos candidatos ao Governo de Roraima.

Se dependerem dos programas do Horário Eleitoral Gratuito na TV, nossos candidatos ao Governo não conseguirão conquistar ninguém não.

O clichê costumeiro, os mesmos juramentos, promessas, engodo, absolutamente é apresentado como novidade.

Nemo noviço Antônio Denarium é capaz de exibir algo atrativo, que encha os olhos do eleitor, sobretudo dos indecisos.

Coitado de todos nós que ainda teremos que aturar esse blá-blá-blá bisonho até outubro. Arre égua…

A idade das trevas

Os constantes apagões ocorrem devido aos desligamentos no linhão que vem da Venezuela.

Os roraimenses estão sofrendo com constantes blecautes no fornecimento de energia elétrica. As interrupções acontecem várias vezes ao longo dos dias.

E a situação se agravou no fim de semana, quando houve vários cortes que duraram longos minutos.

Os “mini apagões”, embora tenham sido “justificados” pela Eletrobrás, aconteceram no rastro das ameaças da empresa venezuelana Corpoelec, que fornece energia para o Estado, de suspender o serviço caso a Eletronorte não lhe pague uma dívida de 30 milhões de dólares.

Telmário é delatado

Telmário é citado em por delator em esquema de fraudes de registros sindicais.

O nome do senador Telmáio Mota (PTB), candidato ao Governo, aparece em uma delação sobre irregularidades no Ministério do Trabalho, conforme divulgado pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A planilha de 15 páginas foi apresentada por Renato Araújo, ex-coordenador do Registro Sindical do Ministério, durante delação premiada que faz parte do desdobramento das investigações da Operação Registro Espúrio.

A operação tem como objetivo desarticular organização criminosa que atua na concessão fraudulenta de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho.

De quem é a culpa

A vacinação contra a poliomielite não atingiu a meta em Roraima. População ignorou chamado.

Roraima não atingiu a meta vacinal contra poliomielite e o sarampo, apesar de todos os esforços das autoridades sanitárias para atingir o maior número de pessoas.

A culpa certamente é das famílias que não levam seus filhos para serem imunizados, e dos adultos que ignoram algo tão importante para a saúde humana.

O Estado e a Prefeitura colocam estruturas gigantesca para atender as crianças mas as pessoas não comparecem.

Depois ficam reclamando que as doenças se alastram por falta de cuidados do poder público.

Vacinação prorrogada

O Ministério da Saúde prorrogou a campanha de vacinação até o próximo dia 14.

O Ministério da Saúde decidiu estender o prazo da campanha de vacinação conjunta contra sarampo e poliomielite até o dia 14 deste mês, nos estados que ainda não atingiram a meta de pelo menos 95% do público alvo.

Até ontem a Prefeitura de Boa Vista registrou uma cobertura de 59,79% contra a poliomielite (13. 997 doses) e 60,71% contra o sarampo (14.212). Os números devem sofrer alterações ainda, pois ainda estão sendo contabilizados.

Até o dia 14 de setembro, todas as crianças 01 ano a menores de 05 anos devem tomar a vacina contra pólio. Já o público alvo da vacinação contra o sarampo são crianças de 06 meses a 14 anos, principalmente crianças de 1 a 4 anos.

A prefeitura está articulando mais uma estratégia para alcançar as crianças nessa faixa etária no município. Além de disponibilizar as doses das vacinas nas unidades básicas de saúde que possuem sala de vacina, nas salas do Cernutri e programa Família Que Acolhe.

Governo obrigado a fornecer merenda | A pedido do Ministério Público do Estado de Roraima, a justiça deferiu liminar para obrigar o Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação, a regularizar o fornecimento da merenda aos alunos do ensino fundamental das escolas estaduais de Boa Vista e Cantá. A decisão proferida na última terça-feira, 28/08, pelo juízo da 2ª Vara da Infância e Juventude obriga o Estado a promover o fornecimento no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária no valor de R$ 3 mil, em caso de descumprimento. O MP tomou conhecimento do fornecimento irregular de merenda por meio de denúncia formalizada na Promotoria de Justiça de Defesa da Educação. A reclamação relatava, inclusive, que o fornecimento estaria sendo complementado pelos próprios gestores das escolas ou com dinheiro proveniente das cantinas. Diante dos relatos, a Promotoria de Justiça instaurou procedimento extrajudicial para investigar o caso. Após inspeção no Departamento de Apoio ao Educando (DAE), o MP constatou que no local havia uma pequena variedade de produtos e todos em quantidade insuficiente para suprir a demanda de um único dia, acaso viessem a ser distribuídos corretamente a todas as escolas.


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