Ouro extraído na Venezuela ‘cria rede de atividades ilícitas na fronteira com Roraima’, diz Itamaraty.

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O ouro extraído pelo regime de Nicolás Madudo, o ditador venezuelano, próxima á fronteira co o Brasil, gera uma ‘rede de atividades ilícitas que terminam por afetar toda a região’. A avaliação é do Ministério das Relações Exteriores.

Uma complexa logística de exportação de alimentos por patê de empresas de Roraima sustenta garimpos ilegais na Venezuela e comenta o contrabando de ouro ilegal na região.

Segundo o Itamaraty o governo brasileiro vem acompanhando com preocupação as atividades ilegais de mineração conduzidas na região do Rio Orinoco, não apenas por servirem de sustentáculo financeiro ao regime ilegítimo venezuelano e representarem tragédia ambiental de grandes proporções, mas também pelos impactos que terminam por afetar toda a região.

O Ministério de Relações Exteriores chama a atenção também para o mais recente relatório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos a respeito da Venezuela, que revela absoluta falta de transparência do regime em relação às atividades desenvolvidas no Arco Mineiro do Orinoco e ao comércio de ouro e indica que uma ampla proporção da atividade mineira na região está controlada por grupos criminosos e elemento armados.

Mas o MRE silencia quanto a possíveis medidas tomadas pelo governo brasileiro para frear as exportações de comida através da fronteira em Pacaraima.

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By peronico

Expedito Perônico, jornalista e colunista de política. Este blog cobre os bastidores do poder em Roraima e em Brasília. Já atuei nos principais veículos de comunicação de Roraima.

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