Quase R$ 1 Bilhão do FPE em seis meses: e o governo de Suely não tem nada para mostrar.

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A Coluna de Hoje | Publicada 00h15

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SUELY: a felicidade é só na aparência, porque o Governo vai mal.

A reforma de meia dúzia de escolas talvez tenha sido a única grande realização do governo de Suely Campos. Seu governo não aconteceu nestes primeiros seis meses de vida, completados no último dia 30, um indicativo muito ruim para quem se elegeu fundamentando a campanha em promessas de mudanças. Dinheiro para trabalhar, contudo, não faltou. Somente do Fundo de Participação dos Estados – FPE – nossa principal fonte de mingau, foram repassados quase R$ 1 bilhão – precisamente R$ 834.614.530,00, R$ 59 milhões a mais do que a verba recebida no mesmo período do ano passado. Isso sem contar com o dinheiro do Fundeb, que mantém a educação estadual, sem as verbas de convênio e sem as receitas internas, principalmente do ICMS.

O Governo de Suely é equivocado e perdulário, porque não tem início nem meio. Não foi concebido, por exemplo, um Plano Estratégico de Governo, baseado na administração moderna contemplando o planejamento, a execução, a direção e o controle das atividades fins. Tudo é feito na base do improviso e as compras e contratações, em sua maioria, realizadas pela forma escusa do ato emergencial. Notabilizou-se por um carnaval de confusões, admissões bisonhas e prática nefasta do nepotismo – aliás, um escândalo nacional – e pela importação de um secretário envolvido nos crimes de desvio de dinheiro da Petrobrás – João Pizzollati Júnior, fisgado na Operação LavaJato da Polícia Federal.

Não há uma marca no Governo de Suely que a eleve a uma condição de relevância. Sequer conseguiu arrumar a bagunça deixada por José de Anchieta e apegada ao passado – tudo ela diz que a culpa é da gestão anterior – descuidou do básico e deixou setores importantes no completo abandono, como Educação, Saúde Pública, Infraestrutura e quase acabou o crédito social. No mais Suely tem um cuidado extremo e acurado com a família, somente isso.

Comparativos 

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TERESA: menos verbas e mais realizações.

No comparativo entre os recursos repassados para Estado e o Município de Boa Vista, a capital perde feio. Enquanto o governo embolsou quase R$ 1 bilhão das receitas de transferências constitucionais, Boa Vista arrecadou míseros R$ 148.687.361,65 do Fundo de Participações dos Municípios – FPM.

No entanto é visível e inegável que em seis meses a Prefeitura tem muito mais realizações a exibir, somente em Boa Vista, do que todo o conjunto do que foi feito pelo Estado.

Prova de que nas mãos da prefeita Teresa Surita o dinheiro rende. As obras eclodem. Enquanto pelas bandas do Palácio Senador Hélio Campos, a gente só tem notícia do dinheiro que entra. Mas não sabe para onde vai.

A que veio o João?

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FESTEIRO: Pizzollati não conseguiu atrair na da investimentos para Roraima.

Bem, João Pizzollati foi contratado pelo amigo Neudo Campos para ajudar no soerguimento da economia estadual e atrair investidores.

Mas nesses seis meses de governo de Suely, Pizzollati só vem aqui encher a pança da melhor Moêt Chandon na pérgula da piscina do Hotel Aipana, onde se hospeda uma vez ou outra quando dá as caras por aqui.

Aliás, João Pizzollati já disse a que veio: veio tomar mé…

Telmário pianinho

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TELMÁRIO: ofensas ao colega Serra e puxão de orelha em Plenário.

Dedo esticado na direção de Telmário e o senador cearense Tasso Jereissati deitou e rolou e deixou o colega roraimense pianinho.

Aliás, de pianinho o fanfarrão Telmário entende bem. Na campanha passada granjeou alguns seguidores usando o tal bordão em relação ao senador Romero Jucá.

Mas é Telmário que vem sendo enquadrado corriqueiramente no Plenário por suas alocuções desastrosas. Na última investida, arremessou pedras contra o paulista José Serra e se deu mal. É a tal coisa, quem com ferro fere com ferro será ferido. Sempre…

A reforma política anda

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REFORMA POLÍTICA: primeiras propostas de Jucá estão em discussão.

A Comissão da Reforma Política aprovou ontem mudanças nas normas para as coligações nas eleições proporcionais, para a escolha de vereadores, deputados estaduais e distritais e deputados federais.

A proposta, que já seguiu em regime de urgência para o Plenário do Senado, determina que a distribuição de vagas nas eleições proporcionais ocorra de acordo com o quociente eleitoral, por partido, mesmo quando houver coligação. Os partidos que não alcançaram o quociente eleitoral não podem concorrer às sobras de vagas.

— A comissão optou pela proposta mais rígida e que exclui os partidos que não alcançaram o quociente, mas é um processo de negociação tanto no Plenário do Senado como com a Câmara. O texto pode ser aperfeiçoado ou modificado, mas a ideia é que os partidos possam se estabelecer como força política importante — disse Jucá.

Como é atualmente

Atualmente quando os partidos se coligam para disputar uma eleição proporcional os parlamentares menos votados se beneficiam dos votos recebidos pelos primeiros colocados. O presidente da comissão, senador Jorge Viana (PT-AC), explicou que a comissão escolheu o texto mais arrojado, mas admite negociações.

Como a Câmara dos Deputados rejeitou no final de maio o fim das coligações, o relator Romero Jucá se comprometeu a negociar com os deputados a proposta das novas normas para as coligações.

A proposta fortalece os partidos. Vai forçar mais rapidamente a fusão dos partidos para que, efetivamente, a gente tenha quatro, cinco ou seis deles com condições de fazer o quociente eleitoral — observa o senador roraimense.

Novas votações

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MANDATO: senadores debatendo propostas à reforma política.

A Comissão da Reforma Política volta a se reunir na próxima terça-feira (7). O objetivo dos senadores é votar neste encontro mais quatro projetos. O primeiro deles prevê que quando houver cassação de candidato escolhido em eleição majoritária um novo pleito deve ocorrer.

Outra proposta que pode ser examinada distribui o tempo semestral de propaganda partidária em cadeia de rádio e TV de acordo com o tamanho da bancada na Câmara dos Deputados. A terceira restringe a distribuição dos recursos do Fundo Partidário aos partidos com diretórios permanentes em mais de metade dos municípios, e a quarta tem o objetivo de cortar os custos das campanhas eleitorais.

Outras propostas

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LIMITE DE DOAÇÕES: a comissão reunida ontem propôs mudanças na lei.

O senador Romero Jucá apresentou à comissão quatro novos projetos a serem discutidos. O mais polêmico deve ser o que limita as doações de campanha feitas por pessoas jurídicas a 7% do total de gastos de cada candidato. Há também a proposta que permite a criação das federações de partidos, união de dois ou mais partidos, que passam a funcionar como uma só agremiação, em eleições e na atuação parlamentar.

Jucá revelou ainda que foi aprovado o projeto sobre a distribuição de vagas entre os partidos nas eleições proporcionais. A iniciativa acaba com a possibilidade de eleger candidatos por meio de outros partidos, ou seja, pegar carona para eleger seus integrantes.

Hora corrida

SÓ UM TURNO: na agencia de rendas, horário até às 14h.
UM SÓ TURNO: na agencia de rendas, horário até às 14 horas.

Desde ontem, 1º de julho, os servidores municipais passaram a trabalhar em horário corrido das 8 horas às 14 horas, com uma jornada de trabalho de 30 horas semanais.

Com a adequação, os servidores da saúde e servidores administrativos com contrato de 40 horas trabalharão em jornada de 30 horas semanais. Servidores da educação manterão a carga de 25 horas semanais, estabelecida desde 2009 e outros profissionais como guardas municipais, agentes de trânsito e comissionados cumprirão jornada especifica da função.

Os contribuintes que procuraram os serviços da Secretaria de Economia, Planejamento e Finanças, desde ontem, encontraram em funcionamento, a partir desta data, o novo horário, que agora vai só até às 14 horas. O horário corrido passa a ser adotado ainda em outras secretarias e se restringe apenas aos servidores efetivos da Prefeitura de Boa Vista

PROJTOS: Vereadores que tiveram seus projetos na Câmara de Vereadores, na Sessão de ontem.
PROJETOS: Vereadores que tiveram suas matérias aprovadas na Câmara de Vereadores, na Sessão de ontem.

Produção na CâmaraOs vereadores de Boa Vista resolveram produzir em escala. Na Sessão de ontem aprovaram seis projetos, sendo cinco de autoria do Legislativo e o projeto de autoria do Executivo que regulariza a doação de terreno para construção da sede do Tribunal Regional Eleitoral TER. Foi instituída ameia entrada para professores da rede publica de ensino municipal em locais que proporcionem lazer e entretenimento. Criado o programa que municipaliza merenda escolar no município de Boa Vista.  Também foi aprovado Projeto que trata da criação do programa municipal de prevenção e tratamento da saúde vocal e auditiva do corpo docente efetivados e seletivados do município. Instituída a gratuidade no Transporte Coletivo Urbano de Boa Vista para portadores do HIV/AIDS. E por fim o projeto que dispõe sobre a Obrigatoriedade de Material Informativo que possibilita e torna público o acesso dos usuários do programa Farmácia Popular do Brasil a relação dos medicamentos disponíveis na rede.

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ENERGIA DE TUCURUI: O deputado Abel na reunião com Temer e Mercadante.

COBRANDO O LINHÃO | A bancada do PDT reuniu-se ontem em Brasília com o Vice-Presidente Michel Temer e com o Ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para debater a crise entre o Legislativo e o Executivo. Ai o deputado Abel Mesquita aproveitou a ocasião recobrar uma posição do Governo Federal a respeito do Linhão de Tucuruí que vai interligar Roraima ao sistema nacional de fornecimento de energia elétrica. Abel posicionou-se também contrário a intenção do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade – ICMBio – que quer criar em Roraima mais uma reserva de proteção ambiental, o Parque Nacional do Lavrado.

CONTATOS: www.peronico.com.br – e-mail: peronico.27@gmail.com – Facebook: Peronnico Expedito – Blog do Expedito Peronnico.

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By peronico

Expedito Perônico, jornalista e colunista de política. Este blog cobre os bastidores do poder em Roraima e em Brasília. Já atuei nos principais veículos de comunicação de Roraima.

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