Suely debocha do povo roraimense. ‘Se for reeleita vou continuar empregando minha família’, afirmou na TV.

A Coluna de Hoje | Publicada 00h13

Suely foi entrevistada de ontem na TV Roraima e G1: deboche e desdém da cara do povo.  Foto | Reprodução G1RR

Quando se trata de desarrimar da cara do povo roraimense, Suely Campos é ‘pós-doc’ – talvez ela nem saiba o significado disso. Ontem ela afirmou, em entrevista ao G1 e a TV Roraima, que empregar parentes no Governo é natural ‘faz parte da cultura política de Roraima’, disse, com cara de deboche.

Na maior caradura a governadora afirmou que nomeou e nomeará seus familiares para cargos de confiança, embora tenha sofrido uma exprobração do Ministério Público e a reprovação da população pela escolha de filhos, irmãos, sobrinhos, genros, noras e mais um monte de parentes de até 5º grau, no início do mandato, responsável pelo maior escândalo de nepotismo da história do país.

“Cargos de secretários são políticos. Eu tenho uma filha e uma irmã no governo. Eu não sei dizer se irei continuar nomeando-as, mas se elas quiserem continuar. A Emília, por exemplo, faz um belíssimo trabalho na assistência social, a secretária [de Cultura] Selma já declinou, que ela não quer continuar como secretária. […] A Emília, certamente, eu tenho intenção de manter. Ela faz um trabalho muito bom”, disse.

A ‘família nepote’ reinou nos melhores cargos desde o primeiro dia mandato de Suely, em 2015. Alguns deixaram as funções por pura incapacidade gerencial e outros foram apeados por problemas administrativos. Mas nesses quase quatro anos sugaram o Estado em m ais de R$ 10 milhões só em salários, fora outros benefícios.

Mesmo assim Sua Excelência resiste e bem longe de amenizar sua posição irresignada sobre nepotismo, teima em contestar qualquer crítica sobre seu erro. Uma posição, aliás, que contraria o bom senso porque vai de encontro aos bons costumes na administração pública. Suely só não empregou os netos por razões óbvias: eles ainda são criancinhas.

E se não existisse as termelétricas?

As termelétricas estão suprindo o fornecimento de energia diante da deficiência do linhão de Guri.

Tem um pessoal sem noção, inimigo do senador Romero Jucá, na sua maioria, que faz apreciação equivocada sobre a existências das termelétricas.

E tentam de forma insistente e tortuosa atribuir ao senador a propriedade das usinas, que abastecem Roraima nesse período de crise energética, ocasionada pela deficiência na Venezuela.

Ontem, por exemplo, o Estado foi abastecido durante todo o dia pelas termelétricas devido um desligamento da linha de transmissão de Guri, devido problemas técnicos.

Não fossem a geração térmica, teríamos ficado sem energia o que certamente geraria muitos protestos dessas mesmas pessoas que hoje criticam das usinas.

Forças Armadas ficam

O decreto governamental mantém as Forças Armadas em Roraima até outubro.

Militares das Forças Armadas vão continuar em Roraima até o dia 30 de outubro.

O decreto que autoriza a atuação do Exército no Estado para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) expiraria ontem (12), mas o prazo foi estendido com uma alteração no texto publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União.

O envio das tropas que passaram a atuar nas cidades de Pacaraima, na fronteira com a Venezuela, e Boa Vista, foi autorizado no dia 28 de agosto.

O objetivo é garantir a segurança de brasileiros que vivem em Roraima e dos venezuelanos que entram no Brasil pelo estado, fugindo da crise no país vizinho.

A desculpa de sempre

O Governo atrasa salários por deficiência de caia ai culpa os bloqueios como desculpa.

Mais uma vez o governo do Estado usa de desculpa esfarrapada para tentar justificar o atraso no pagamento dos salários do servidor público.

É difícil de entender, até porque o Estado não faz nenhum tipo de investimento, não paga o ICMS das prefeituras e usa recursos do Instituto de Previdência.

Seria bom tentarem explicar o que estão fazendo com o dinheiro que recebem do Fundo de Participação dos Estado, de ICMS e de convênios. Uma coisa é certa: não falta dinheiro para a campanha eleitoral.

A vis crúcis na CERR

Servidores da CERR estão sem receber os salários há mais de 7 dias.

Funcionários da CERR cercaram ontem o prédio da TV Roraima, no instante em que Suely entrava para dar entrevista.

Sem receber salários há mais de 70 dias, os servidores gritaram por uma reposta sobre quando o salário será pago.

Acompanhada de farta entourage, Suely ‘deu de ombros’, nem olhou para os desesperados que já não tem comida em casa para alimentar os filhos.

As manifestações também se reproduzem nas redes sociais. Na TV Roraima, uma pessoa chegou a gritar, desesperada: “Estamos sem salário há 70 dias, governadora. Quer ganhar a eleição, assim, sem pagar salário?

Gerando emprego e renda | Diante da crise financeira pela qual passa o país, resultando na falta de postos de trabalho, muitos tem buscado formas mais empreendedoras para garantir o sustento.  A Prefeitura de Boa Vista, sensível a esse quadro, tem garantido mais oportunidades de emprego e renda a muitas famílias, por meio dos boxes, construção e reformas de quiosques e restaurantes nos espaços públicos da capital. Ao todo, são cerca de 1.500 pessoas trabalhando nesses locais, que estão em praças, mercados, terminais de ônibus, complexos esportivos, complexos turísticos, na Orla Taumanan, Vila Olímpica e em canteiros centrais de avenidas como a Getúlio Vargas, Jaime Brasil, João Pereira de Melo e ainda no Centro Comercial Caxambú. Nas praças são 166 quiosques, 139 boxes no Centro Comercial Caxambú, 277 boxes nos mercados São Francisco, Sabá Floresta, Romeu Caldas, Buritis e do Peixe, mais 138 nos terminais Luiz Canuto Chaves, José Campanha Wandeley e João Firmino Neto. Cerca de 50 desses locais já foram revitalizados, desde 2013, pela prefeita Teresa Surita. Outros 78 estão em reforma, para oferecer um espaço mais amplo, confortável e moderno, como é o caso do Mercado São Francisco, que será entregue nos próximos dias. Outros estão em construção para oferecer mais oportunidades de emprego e renda para mais famílias.

Zelo pela qualidade 

A Prefeitura cuida para que o consumidor tenha uma alimentação saudável nas praças.

Pensando na qualidade dos alimentos que são oferecidos à população nesses espaços, a Vigilância Sanitária do Município atua de forma educativa para garantir a qualidade dos serviços oferecidos. São ações que consistem na capacitação dos permissionários sobre boas práticas e manipulação dos alimentos, além de orientações e inspeções sanitárias.

O objetivo é fazer com que o vendedor, o processo de manipulação, os equipamentos e o ambiente estejam de acordo com a norma sanitária para que os alimentos sejam oferecidos de forma segura à população.

Além disso, a Prefeitura de Boa Vista capacitou os empreendedores desses locais por meio de cursos promovidos pelo Sebrae e Senai, para garantir a melhor forma da prática comercial. Com os conhecimentos adquiridos, eles adotam medidas importantes para facilitar o ramo de atuação.


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