Yonny Pedroso livra-se da prisão preventiva e ainda ganha um ‘bonus’.

A Coluna de Hoje | Publicada 00h05

Yonny fica em casa e ainda pode visitar o marido.

O juiz federal Gabriel Augusto Faria, substituto da Vara Federal em Roraima, foi afável com a deputada estadual Yonny Pedroso (Solidariedade). Não só recusou o pedido de prisão preventiva formulado pelo Ministério Público Federal como concedeu-lhe um ‘bonus’, permitindo que a parlamentar possa se encontrar com o marido José Wallace Barbosa, que se encontra preso no CPC da Polícia Militar.

No dia 14 de janeiro, antes de tomar posse como deputada, Yonny convenceu um agente da Secretaria de Justiça e Cidadania a remover a tornonzeleira eletrônica, sem autorização do juiz, o que motivou o MPF a pedir que o recolhimento domiciliar fosse convertido para prisão preventiva

Yonny foi presa junto com o marido José Wallace, acusados por desvio de dinheiro público. Os dois foram pegos na operação Zaragata da Polícia Federal, em dezembro do ano passado, junto com outras nove pessoas por suspeita de envolvimento de gatunagem milionária de verbas para transporte escolar que somam R$ 50 milhões.

Na sentença do juiz Gabriel, datada do último dia 27, ele escreve que “embora constatado o descumprimento da medida cautelar imposta, não constitui efeito automático que autorize a imediata decretação da prisão preventiva, em razão de sua excepcionalidade”.

E emendou: “No caso, a tornonzeleira foi recolocada e não há notícia de que esteja descumprindo as medidas impostas, havendo ainda a possibilidade de aplicação de nova medida diante de fato superveniente, ou mesmo nova decretação da prisão preventiva. Desse modo, indefiro o pedido do MPF e mantenho as medidas cautelares impostas a Yonny Pedroso Silva”, decidiu o juiz.

VENEZUELA: Mourão não descarta diálogo

Mourão acha possível abrir diálogo com Maduro.

Hamilton Mourão não descarta a abertura de um diálogo com o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, cujo governo é considerado ilegítimo pelo Brasil e por mais de 50 países.

Segundo o vice-presidente, se Donald Trump está conversando com o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não há razão para que Jair Bolsonaro não fale com Maduro. “Alguém tem que conversar”.

Para Mourão, a visita de Juan Guaidó a Brasília teve o objetivo de mostrar que o líder opositor conta com respaldo internacional.

Fronteira continua fechada

Pessoas esperando para atravessar para a Venezuela, em Pacaraima.

Os tumultos na fronteira do Brasil com a Venezuela, em Pacaraima, já cessaram, mas o país vizinho mantém o bloqueio, não permitindo passagem de pedestres e veículos.

Nem a negociação entre os governadores de Roraima, Antônio Denarium e do Estado Bolívar, Justo Nogueira Petri, foi capaz de reabrir a passagem.

A expectativa era que a passagem, bloqueada por ordem do ditador Nicolás Maduro, foi aberta na quinta-feira. Os militares informaram, na Aduana Ecológica de Sant Elena, que a ordem de fechamento está mantida.

Linhão: MPF revela preocupação

O linhão vai cruzar as terras dos índios waimiri-atroari.

O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas está acompanhando atentamente os fatos e as movimentações relacionados à tentativa de enquadramento como política de defesa nacional da construção da linha de transmissão de energia entre Manaus e Boa Vista, que faz parte do chamado Linhão de Tucuruí.

O órgão vê com muita preocupação a manifestação do Conselho de Defesa Nacional e a tentativa de acelerar a obra sem qualquer diálogo com os diversos atores envolvidos, notadamente os indígenas da etnia Waimiri-Atroari.

O MPF vem atuando há cerca de uma década neste caso, com vistas a garantir a observância dos procedimentos legais, constitucionais e internacionais relacionados ao direito ao meio ambiente e ao respeito aos direitos dos povos indígenas.

Os procuradores destacam que a escolha do traçado em paralelo à rodovia BR-174 não foi precedida de análise das alternativas locacionais existentes, tampouco de avaliação do componente indígena.

Codesaima esclarece demissões

Anastase: não timo como manter os servidores no quadro.

A dívida astronômica de mais de R$ 170 milhões foi o motivo que levou a Codesaima dispensar 88 servidores, que estavam parados em função da interdição do Matadouro Frigorífico (Mafir).

“Os funcionários fizeram concurso, mas não se tratava de um concurso de estatutário. Eles têm todos os direitos garantidos na CLT, mas não têm a estabilidade de estatutário”, explicou o presidente da Codesaima, Anastase Papoortzis.

Para ele, a demissão dos funcionários foi uma medida extrema, entretanto, necessária para manter a empresa funcionando.

“Eu me reuni com todos os funcionários demitidos, expliquei a situação e os comuniquei de forma verbal. Eles se recusaram em assinar as demissões, então vamos fazer o depósito judicialmente. Todos os direitos serão pagos”, enfatizou.

INCRÍVEL: A falecida vive

jj

Enquanto o Governo do Estado diz passar por uma crise financeira sem precedentes, inclusive tendo cancelado concursos, decretado estado de calamidade financeira, a falecida CERR (Companhia Energética de Roraima) dá demonstração de pujança financeira.

Contratou por R$ 2.698,843,40 a Maxxcard Administradora de Cartões Ltda, para a prestação de serviços de administração, gerenciamento e repasse do auxílio alimentação e refeição, por meio de cartão magnético com senha pessoal.

Com o tal cartão magnético, os servidores da Cerr podem adquirir gêneros alimentícios de primeira necessidade, em estabelecimentos como supermercado, armazém, mercearia, açougue, comércio de laticínios e/ou frios, padaria e restaurante.

A Maxxcard Administradora de Cartões Ltda tem sede na cidade de Baueri, em São Paulo. A vigência do contrato é de 12 meses, para o exercício 2019. O extrato do contrato entre a Cerr e a firma está publicado no Diário Oficial do Estado do dia 19 deste mês.


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