As equipes abordaram quem passeava pelo local, apresentaram as informações sobre tráfico humano e canais de denúncias, os questionamentos eram respondidos e cada um saia com material gráfico, na cor azul, símbolo da campanha internacional. Para o estudante Enzo Gabriel, a campanha foi novidade. “Acho muito importante falar sobre isso porque a exploração é crime, todos nós somos iguais, todos nós temos a liberdade para trabalhar e termos nosso próprio dinheiro”, disse."A praça, de um modo geral, é um local de movimento. Muitas vezes nessa praça é onde estão os observadores, os pedófilos, aquele que quer ver a vulnerabilidade do outro e tem tempo de fazer o estudo, está inserido nesse local e passa despercebido. Depois volta para fazer o seu ‘trabalho’”, ressaltou a diretora do PDDHC, Socorro Santos.