OPERAÇÃO MUTE: Revista não encontra celulares em presídios de Roraima.
Mais de 1700 policiais penais estão envolvidos na Operação em todo o país. O resultado final será divulgado até sexta-feira, dia 20, com o balanço geral de todos os Estados, identificando em que posição estão no ranking nacional.
Foto: Divulgação/Secom RR
Deflagrada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Mute ocorreu simultaneamente em 23 estados brasileiros com a finalidade de retirar aparelhos celulares e eletrônicos de dentro das unidades prisionais do país. Roraima se destacou durante a revista e não foi encontrado nenhum item ilícito nos presídios do Estado.
“As unidades possuem um excelente critério de revista, todos que adentram os setores de convívio passam pelo raio x, então impede que ilícitos entrem nas unidades. A ideia é promover ações semelhantes ao longo dos meses para atingir a queda de crimes violentos e conseguir um quantitativo para comparar e mostrar a efetividade que é cortar essa comunicação do preso com o crime organizado que ainda permanece nas ruas”, esclareceu Laylson.
Mais de 1700 policiais penais estão envolvidos na Operação em todo o país. O resultado final será divulgado até sexta-feira, dia 20, com o balanço geral de todos os Estados, identificando em que posição estão no ranking nacional.
Foram realizadas revistas nas duas maiores unidades prisionais do Estado, PAMC (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo) e Cadeia Pública Masculina. Nenhum aparelho eletrônico, droga ou outro material ilícito foi identificado dentro das unidades. Para o Policia Penal da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais), Laylson Américo, esse padrão constata que o trabalho de segurança é realizado de forma efetiva e eficaz no Estado.
“Destaco a atividade do policial penal que é feito diariamente com as rotinas de segurança e o trabalho da gestão na capacitação dos profissionais e manutenção dos procedimentos. Hoje temos processos de rotina em todas as unidades, com auxílio de recursos de tecnologia como o aparelho Body Scam, que realiza a inspeção corporal de qualquer pessoa que entra no estabelecimento”, destacou Hércules Pereira.
“As unidades possuem um excelente critério de revista, todos que adentram os setores de convívio passam pelo raio x, então impede que ilícitos entrem nas unidades. A ideia é promover ações semelhantes ao longo dos meses para atingir a queda de crimes violentos e conseguir um quantitativo para comparar e mostrar a efetividade que é cortar essa comunicação do preso com o crime organizado que ainda permanece nas ruas”, esclareceu Laylson.
Mais de 1700 policiais penais estão envolvidos na Operação em todo o país. O resultado final será divulgado até sexta-feira, dia 20, com o balanço geral de todos os Estados, identificando em que posição estão no ranking nacional.