A Procuradoria da República em Roraima abriu um inquérito civil para apurar irregularidades sobre uma Organização Não Governamental (ONG) que recebeu R$ 15,8 milhões para atuar na retirada de resíduos sólidos na Terra Indígena Yanomami.
A decisão é do procurador da República Alisson Marugal, assinada no dia 7 de abril, mas que está publicada no Diário Eletrônico do dia 14 de setembro.
De acordo com o documento, a ONG funciona em uma sala no subsolo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O local fica no município de São Bernardo do Campo, em São Paulo.
O valor de quase R$ 16 milhões foi repassado para a ONG por meio do Ministério do Trabalho, conforme explicou o Ministério Público Federal (MPF).
Ainda de acordo com a publicação da Procuradoria da República, a apuração do repasse iniciou em 2025, quando a instituição instaurou um procedimento preparatório. Agora, converteu em um inquérito civil.
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