A COLUNA DO PERÔNNICO: Governo do Futuro não consegue concluir uma simples reforma da maternidade estadual

Poder, Política e Bastidores

- Por Expedito Perônnico
03/04/2025 06h36 - Atualizado há 23 horas
A COLUNA DO PERÔNNICO: Governo do Futuro não consegue concluir uma simples reforma da maternidade estadual
A maternidade do Estado cuja reforma se arrasta desde o primeiro mandato de Antonio Denarium.

Na publicidade enganosa de que o “Futuro já chegou”, o Governo de Roraima dá provas explícitas daquilo que é absolutamente irreal.

No caso da Maternidade Nossa Senhora de Nazareth, em obras de reforma desde o primeiro mandato de Antonio Denarium, a mídia institucional tenta enganar o povo anunciando que o hospital foi renovado e entregue: pura mentira.

A obra de reforma ainda continua sem data para ser concluída e sem data para ser entregue. Essa morosidade e incapacidade do Governo já resultaram em muitas vidas perdidas enquanto a unidade funcionou na antiga “Maternidade de Lona”.

‘Ainda se arrasta’

A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf) pediu ao Ministério Público de Roraima para que estenda, em pouco mais de um ano, o prazo para entregar a ampliação da Maternidade Nossa Senhora de Nazareth.

Prazo acabaria em março

O prazo terminaria em março, isso conforme o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre o Governo de Roraima e o MP no dia 6 de março de 2023. O Governo tinha o compromisso de entregar a obra de ampliação em dois anos.

Justificou 

Em documento a Seinf disse que fatos impediram a entrega. Um deles, é que de acordo com o Governo, há uma busca do Governo do Estado por financiamento federal através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com a Secretaria, a Caixa Econômica Federal só deu uma resposta definitiva para a proposta em abril de 2024, o que teria atrasado o início da obra em meses.

Às pressas 

Vale lembrar que a maternidade foi inaugurada às pressas no ano passado em época de eleição. O Governo correu tanto para fazer a mídia, que uma série de denúncias vieram na sequência.

Mortes de bebês

As graves denúncias envolveram falta de energia, morte de um bebê, negligência com as pacientes e até falta de leitos. Ou seja, os velhos problemas também migraram para a unidade reformada.


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